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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Parceria com Compal da Horta



A publicação de hoje é sobre uma das melhores marcas portuguesas e um dos seus produtos de excelência.
Refiro-me ao Tomate Refogado Compal da Horta que foi criado em parceria com o azeite Gallo, de modo a reforçar o pilar “portugalidade” da marca Compal e o carácter de origem 100% portuguesa de ambas as marcas.


Este é um produto de grande qualidade, que se resume a uma polpa temperada com elevado valor acrescentado, na qual adicionaram o melhor do Tomate Compal à suavidade do Azeite Gallo virgem extra clássico. Por fim, é temperado com cebola, alho e orégãos, sem conter qualquer conservante e resultando num molho perfeito, delicioso e muito versátil.


É um molho de tomate pronto a usar e pode ser uma boa aquisição para ter em sua casa, é excelente para quem tem pouco tempo para cozinhar, ou quer saltar alguns passos na preparação de uma receita, sem comprometer o sabor. 
Uma vez que, este molho, garante-lhe o sabor por inteiro e uma  qualidade tão boa à do molho de tomate preparado em casa.







Esta é uma marca que todos conhecemos e que faz parte da tradição culinária de muitas famílias portuguesas. Estou certa que a qualidade dos produtos Compal é bem conhecida e que, é do conhecimento geral, que os produtos da marca são uma mais valia em qualquer cozinha.

Produzidos há mais de 50 anos em Almeirim, os vegetais e polpas de tomate Compal da Horta têm uma longa história de vida. Estes fantásticos produtos de origem portuguesa, auxiliam-nos a manter uma alimentação saudável e um equilíbrio nutricional necessários para o dia a dia. Tudo isto, tendo sempre a confiança da marca Compal, que lhe oferece a garantia de qualidade e naturalidade.


As leguminosas, como o feijão,  o grão de-bico e as ervilhas fazem parte da tradicional culinária portuguesa, sendo ricas em proteínas, hidratos de carbono e minerais.


A gama de Vegetais Compal da Horta constituída por produtos hortícolas seleccionados, são práticos e rápidos de preparar. Estes produtos são uma mais valia em qualquer cozinha, pois não são perdidas horas a cozinhar os legumes e o sabor e qualidade mantêm-se a 100%. 
A produção industrial de leguminosas enlatadas é semelhante ao processo caseiro para a sua cozedura. Cada uma destas variedades é cozida com vapor e embalada, sendo adicionada uma solução de sal de cozinha, acondicionado em recipiente metálico, hermeticamente fechado e submetido a tratamento térmico adequado, de modo a completar a cozedura e garantir a sua qualidade e conservação, mantendo a riqueza nutricional. 
Nas leguminosas enlatadas deve utilizar-se o líquido presente na lata, pois estas são cozidas dentro da lata, apenas em água e sal e sem adição de corantes nem conservantes.






Compal teve a gentileza de enviar-me alguns dos seus produtos da gama que referi acima, nomeadamente  6 latas de feijão manteiga, 6 latas de feijão preto, 6 latas de feijão encarnado, 6 latas de feijão frade, 6 latas de feijão branco, 6 latas de grão e 12 frascos de Compal da horta refogado com azeite gallo.

Estes produtos são de grande qualidade e aconselho para sopas, saladas e para a base de toda a cozinha portuguesa.


domingo, 8 de dezembro de 2013

Parceria com COOPOR - Azeite São Mamede

O blog "Cozinha com Arte" anuncia uma parceria com o Azeite São Mamede, pertencente à COOPOR - Cooperativa Agrícola do Concelho de Portalegre, C.R.L.



O Azeite São Mamede, produzido embalado e comercializado pela COOPOR - Cooperativa Agrícola do Concelho de Portalegre, C.R.L, é proveniente dos olivais tradicionais e ancestrais (a grande maioria seculares) em redor da serra de São Mamede, situada no Alto Alentejo - Portugal.

O Azeite São Mamede é obtido pelo sistema continuo, a baixa temperatura (entre os 27º de 31º), partindo de uma selecção rigorosíssima das melhores azeitonas galegas, distinguindo-se, assim, pela sua cor (amarelo ouro), pelo seu brilho, pelo seu frutado, pelo aroma e sabor intenso a um azeite 100% natural e sem qualquer aditivo. Pelas suas excelentes características organolépticas, não temos dúvidas que o Azeite São Mamede se distingue em relação à grande maioria dos azeites produzidos e embalados.

Oferecemos ao consumidor uma garantia de qualidade.

Os azeites virgem e virgem extra produzidos pela COOPOR tês origem exclusivamente nas produções de azeitona dos nossos associados, contribuindo a Cooperativa para a preservação e ordenação da comunidade rural do concelho de PORTALEGRE.



A COOPERATIVA

O nosso lagar está equipado com tecnologia de ponta, com um método de extração continua e inteiramente mecânico. Permite-nos laborar as azeitonas logo após a colheita, contribuindo assim para manter a frescura da matéria prima.

Após o processo extração a baixa temperatura, o azeite produzido é armazenado em depósitos em inox, abrigados da luz e das oscilações de temperatura. Fica em estágios nos depósitos durante algum tempo, num processo de decantação natural, a fim de maximizar o verdadeiro e característico sabor do azeite.

Para inicio da parceria a marca enviou-me alguns azeites para experimentar e dar a conhecer este maravilhoso azeite de sabor intenso.
 
 
O Azeite São Mamede está no Facebook visitem a sua página aqui.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Parceria com SA PIAS - Sociedade Agrícula de Pias

O blog Cozinha com Arte tem o prazer de comunicar a sua parceria com a Adega SA PIAS.
Pode ainda seguir a marca na página do Facebook aqui.

História
 
A história dos nossos vinhos confunde-se com a tradição do nosso "terroir".
A produção em Pias de vinhos de grande qualidade começou quando um visionário, chamado José Veiga Margaça, adquiriu, em março de 1973, um conjunto de propriedades entre Serpa e Moura, fundando a Sociedade Agrícola de Pias. A sua paixão pela enologia e o conhecimento das terras alentejanas, permitiram-lhe desbravar novas formas de produção e criar vinhos memoráveis.
Durante décadas acrescentou sabores ao portfólio, ganhou prémios e criou toda a logística de distribuição, transformando a Sociedade Agrícola de Pias numa empresa autónoma e vários dos seus vinhos em referências do mercado português.
Hoje, com um conjunto de herdades que somam 800 hectares e 30 colaboradores dedicados à produção de vinho e azeite na freguesia de Pias, a Sociedade Agrícola continua nas mãos da família que a criou, e são os filhos e netos de José Veiga Margaça que mantêm vivos a tradição e os valores por ele inaugurados.

 
A adega
 
Construída sob orientação do arquiteto Filipe Nobre Figueiredo, a adega da Sociedade Agrícola de Pias tem adotado a melhor tecnologia para assegurar o controlo de qualidade dos nossos vinhos. Os antigos depósitos foram revestidos a epoxy e equipados com placas de frio. Criámos uma grande área para fermentação de vinhos tintos em cubas de inox com controlo de temperatura, adquirimos novos equipamentos de manuseamento e filtragem e reformulámos o laboratório.
A sua integração no recinto em que funcionam a loja e os escritórios da empresa, bem como a circunstância de se localizar dentro da própria vila de Pias, garante aos apreciadores e visitantes um contato muito próximo com o nosso trabalho, os nossos processos de elaboração e os nossos vinhos.
A adega da SAP está aberta ao mundo e à responsabilidade social. A colaboração com escolas locais tem sido regular desde há três décadas. Aqui facultamos estágios profissionais para alunos de diferentes graus de ensino, incluindo jovens com algum tipo de incapacidade. Além disso, a empresa tem apoiado, desde 2007, a educação tanto dos colaboradores como dos seus filhos.
A SAP apoia também, financeiramente, várias associações que promovem a cultura e o desporto da região.

 
A Herdade
 
Em redor da vila de Pias, na margem esquerda do rio Guadiana, localizam-se os 800 hectares da herdade da Sociedade Agrícola de Pias, distribuída por cinco propriedades: o Monte Branco, o Monte Velho de Cima, o Monte Velho de Baixo, o Monte da Parreira e o Monte da Torre. Com suaves elevações, solos variados, dotada de grande beleza natural, a herdade alberga vinhas, olivais, campos abertos e barrancos, vários pontos de água e muitas áreas de caça desportiva.
A herdade está pronta a acolher todos os que desejam sentir a experiência única de criar um vinho desde a origem. Aqui poderá observar as vinhas, tocar as uvas, ouvir as histórias, provar os vinhos e a riqueza da nossa gastronomia. Durante as vindimas os visitantes poderão observar o respeito pela qualidade na introdução de métodos contemporâneos de produção. O percurso inclui ainda o contato com as ferramentas, os depósitos de fermentação, as caves, a unidade de embalagem, engarrafamento e rotulagem e, claro, a nossa loja, com ofertas exclusivas a preços atraentes.
Será sem dúvida uma experiência que vai levar consigo, e rememorar na abertura de cada nova garrafa de vinho da Sociedade Agrícola de Pias.
 

 
Vinho tinto As Pias 

 
Vinho branco As Pias
 
 
 Para dar início a esta parceria  a Adega SA PIAS  teve a amabilidade de me enviar alguns produtos, os quais desde já agradeço.
 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Parceria com Terra Nostra

O blog Cozinha com Arte tem o prazer de comunicar a sua parceria com a Terra Nostra.  Pode ainda seguir a marca na sua página de facebook




 "O queijo Terra Nostra é produzido com o leite de vacas felizes: alimentam-se do fresco prado Açoriano e respiram o ar puro da ilha, ao ritmo da natureza. "

"Propomos uma viagem aos Açores através do sabor, aquele que é puro como o ar que se respira nas ilhas. Uma viagem oferecida pelo mais saboroso filho da terra: o queijo flamengo Terra Nostra.


Terra Nostra simboliza os Açores, a terra que o viu nascer; honra o berço e expressa contemporaneidade. Acompanha a evolução dos tempos e transporta para cenários cosmopolitas a naturalidade da sua origem, todos os dias.

Cada fatia de queijo Terra Nostra é produzida a partir de 200ml de puro leite Açoriano. Tem um conjunto de benefícios únicos de sabor e riqueza nutricional que fazem parte da vida de metade dos lares portugueses, como uma escolha de confiança: 1,4 Milhões de lares portugueses consomem o nosso queijo.
A cumplicidade e proximidade é um dos objectivos da marca, que tem como missão trazer a naturalidade dos Açores para casa nos nossos consumidores.

A marca Terra Nostra tem como pilares o respeito pela natureza, o orgulho na sua origem e a preservação de um saber antigo, hoje ao serviço da vida moderna. Destaca-se como a marca líder de queijo em Portugal, com uma quota de mercado de 16%no segmento do queijo flamengo e 84% de notoriedade.
Com os olhos postos no futuro e uma equipa dedicada, a marca investe em inovação e na satisfação dos seus consumidores, todos os dias!" 


História da Terra Nostra: 
1948/58

Ribeira Grande (São Miguel, Açores) assiste à fabricação das primeiras bolas de queijo Terra Nostra, produzido pela Lacto Açoreana. O nome foi escolhido em homenagem ao parque Terra Nostra e à sociedade Terra Nostra criada no final do sec. XIX pelos ilustres dos Açores, com vista à promoção da região.
Os processos de fabrico evoluíram e o queijo Terra Nostra foi ganhando notoriedade não apenas pela riqueza de sabor que oferecia, mas também por ser produzido segundo uma política de crescimento sustentável que, à época, se traduzia em incentivos à lavoura local no que toca à recolha de leite que cresceu exponencialmente.
Com o passar do tempo, o queijo Terra Nostra alarga horizontes e ultrapassa barreiras geográficas, chegando a Portugal Continental e a outros destinos além fronteiras.

 

1948/58
O NASCER DE UM SÍMBOLO AÇORIANO
Ribeira Grande (São Miguel, Açores) assiste à fabricação das primeiras bolas de queijo Terra Nostra, produzido pela Lacto Açoreana. O nome foi escolhido em homenagem ao parque Terra Nostra e à sociedade Terra Nostra criada no final do sec. XIX pelos ilustres dos Açores, com vista à promoção da região.
Os processos de fabrico evoluíram e o queijo Terra Nostra foi ganhando notoriedade não apenas pela riqueza de sabor que oferecia, mas também por ser produzido segundo uma política de crescimento sustentável que, à época, se traduzia em incentivos à lavoura local no que toca à recolha de leite que cresceu exponencialmente.
Com o passar do tempo, o queijo Terra Nostra alarga horizontes e ultrapassa barreiras geográficas, chegando a Portugal Continental e a outros destinos além fronteiras.

1973/80
OS TEMPOS DE MUDANÇA
A década de 70 foi um importante marco na vida do séc. XX.
Terra Nostra respondeu aos novos modelos da vida familiar, com novos formatos de queijo: primeiro a barra, mais fácil de cortar em fatias, e depois a bola partida em quartos e metades, pré-embaladas de fábrica.


 1994/96
A UNIÃO FAZ A FORÇA
Nesta altura já Terra Nostra pertencia a um grupo português líder do mercado de queijos, que em 1996 foi adquirido (51%) pela Fromageries Bel, uma multinacional francesa com forte posição no mercado de queijos a nível mundial.
1998
O LÍDER À FRENTE DO SEU TEMPO
 
Há 50 anos atrás, o tempo cronológico corria a um ritmo compassado. Às portas do século XXI, os acordes da vida quotidiana exigiam maior praticidade.
Atento, uma vez mais, às alterações do estilo de vida, Terra Nostra é o primeiro a lançar no mercado fatias pré-embaladas, subsegmento que hoje representa cerca de 50% do seu volume de vendas.





 À inconfundível marca Açoriana de queijo flamengo juntou-se ainda o novo Terra Nostra Gourmet, um queijo flamengo fatiado que alia prazer e praticidade. Com uma cura mais longa, uma sugestão de sabor intenso, especialmente dirigida a consumidores adultos e cosmopolitas que procuram nos alimentos uma experiência capaz de proporcionar um verdadeiro desafio aos sentidos.
Continuamente a surpreender os seus fãs, Terra Nostra lançou também o Terra Nostra Ralado. O primeiro queijo flamengo ralado de marca do mercado, uma aposta deliciosa, num formato mais prático, que garante o toque especial dos Açores em todos os cozinhados.



 Desde Julho de 2013 que a marca conta com mais um membro da sua família: Manteiga Terra Nostra, vindo completar o seu portfolio de oferta de Queijo e Leite. A sua proposta de valor é única e diferenciadora: sem corantes nem conservantes artificiais! Uma manteiga muito saborosa feita com natas de leite de vacas felizes, simplesmente batidas com sal.




Para dar início a esta parceria  a Terra Nostra teve a amabilidade de me enviar alguns produtos, os quais desde já muito agradeço  e esperem por deliciosas receitas... Obrigada!

 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Savora, Diese e especiarias Janota

O blog Cozinha com Arte agradece a amabilidade da empresa F.LIMA em ter enviado alguns dos seus produtos.
 

A empresa F.LIMA está no mercado distribuidor desde 1917 até à actualidade, podem visitar a sua página aqui.

Dietéticos e Alimentar - Viver com mais saúde


A consciência de que se pode contribuir activamente para a melhoria do estado de saúde através da alimentação e do exercício físico faz com que  o interesse por uma alimentação saudável cresça ano após ano.

O acto de alimentar deve proporcionar prazer e  bem-estar geral.Suportada por este compromisso, F.Lima aposta no crescimento e desenvolvimento da área alimentar, colocando no mercado produtos que satisfazem determinados requerimentos nutricionais e apostando na melhoria contínua da qualidade.

  Gullaria
"Melodia de Sabores"
 
  Diese"Diese.Sabe Bem."
 Savora"Com Savora Tudo Melhora"

 Janota

"Todo o Sabor das Especiarias"
 Naturalis"A Frescura Natural"
 Hermesetas"Os Doces Deixam de Ser um Pecado"
 
Para além desta marcas a F.Lima (http://www.flima.pt/)  também representa outras marcas dedicadas a Casa e Jardim e Higiene e Limpeza.

 
 
 
 
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Parceria com Bonifácio Wines

O Cozinha com Arte anuncia uma parceria com as Caves Bonifácio ou actualmente Bonifácio Wines, podem visitar o site aqui e a página de Facebook aqui.
 
 
 
 
A Bonifácio Wines ofereceu estes vinhos, alguns deles com medalaha de prata ou de ouro, obrigada à marca.
 
A Bonifácio tem uma enorme variedade de vinhos que vende no mercado nacional, mas também exporta para muito países da Europa, China, América e Africa.
 

A nossa Exigência começa no cultivo das vinhas.

A Região Vitivinícola de Lisboa

Situada a Norte do Rio Tejo, a região vitivinícola de Lisboa, é a segunda maior produtora de vinho em Portugal sendo esta composta por dez sub-regiões: Encostas de Aire, Alcobaça, Lourinhã, Óbidos, Alenquer, Arruda, Torres Vedras, Bucelas, Colares e Carcavelos.
As cidades de Torres Vedras, Alenquer e Óbidos são o principal centro da Região, contendo a maior área de plantação de vinhas, ao longo de verdes encostas.
Torres Vedras, é o concelho que tem a maior produção de vinho do país.
Aqui, encontram-se solos argilo-calcários e solos argilo-arenosos, muito férteis, que melhoram o cultivo e qualidade das uvas. O clima é ameno, com uma precipitação média de 700 mm por ano e não há alterações importantes de temperatura. Estas são as características que tornam únicos os vinhos desta região.

As Nossas Vinhas

Nas nossas vinhas encontram-se, entre outras, as castas Castelão (também conhecida por Periquita), Tinta Miúda e Alicante Bouschet.
Estas são amadurecidas em solos argilo-calcários, à luz do sol e com uma baixa precipitação.
As vinhas crescem em solos superficiais, de baixa fertilidade e não são regadas em qualquer altura do ano para evitar a diminuição de taninos, elementos básicos para um excelente envelhecimento.
A poda das videiras durante o Inverno e o Verão é executada conscienciosamente e com extremo cuidado: antes da Vindima, já após o aparecimento do fruto, quando necessário, são removidos alguns ramos de forma a aumentar a qualidade das uvas que ficam na planta.
Todos estes processos reduzem o rendimento das vinhas, mas mantém a quantidade e qualidade adequadas para obter as melhores uvas, com as melhores notas de acidez e estrutura tânica, necessárias para a produção e envelhecimento dos nossos vinhos.

As Nossas Castas 

 
ARINTO / PEDERNÃ (branca)
Uma das castas portuguesas mais antigas e de grande tradição,  especialmente na região de Bucelas. Encontra-se difundida na  maioria das regiões vitivinícolas, uma vez que uma das suas  características é a capacidade de adaptação a diferentes terrenos  e climas. A Arinto, que na região dos Vinhos Verdes é conhecida  por Pedernã, tem na boa acidez um dos seus maiores trunfos, a que se junta uma estrutura de qualidade e um toque aveludado. O aroma é relativamente discreto, sobressaindo notas minerais, de maçã verde e limão. Casta de grande nobreza, produz vinhos que evoluem muito bem em garrafa, ganhando elegância e complexidade.

FERNÃO PIRES / MARIA GOMES (branca)
Uma das castas portuguesas mais antigas e, de longe, a mais cultivada das castas brancas.

Está espalhada por praticamente todas as regiões vitícolas, com destaque para o Ribatejo e a Bairrada, onde é mais conhecida por Maria Gomes. De grande capacidade produtiva, é também uma casta polémica, havendo quem a critique por dar vinhos demasiado planos, por falta de acidez, e de estar muito sujeita à oxidação. Mas, com o mesmo vigor, gabam-lhe os extraordinários dotes aromáticos e a capacidade de, bem tratada, proporcionar a obtenção de vinhos distintos e de forte personalidade. Apresenta aromas cítricos maduros e notas de mimosa, tília e laranjeira, integrando-se na família de castas aromáticas como o Alvarinho, o Loureiro e o Moscatel.


ALICANTE BOUSCHET (tinta)
É muito frequente encontrar esta casta na região dos vinhos de Lisboa. Pela sua cor rica e profunda é muitas vezes usada para melhorar os vinhos que têm falta de cor. Podemos chamá-la de uma casta tintureira. Ocasionalmente, pode-se encontrar um vinho produzido exclusivamente com esta casta. O vinho de Alicante Bouschet tem uma cor brilhante vermelha fina e pode atingir níveis de álcool elevado. É uma uva muito produtiva, em que se consegue, em algumas colheitas, atingir os 4.000 Kg por hectare e em que se deve controlar a sua produção em demasiado. Além da polpa e sumo vermelhos, apresenta uma pele grossa e resistente.


ARAGONÊS / TINTA RORIZ (tinta)
Casta tinta de grande nobreza e de extraordinária qualidade, como o atesta o facto de marcar presença em dois vinhos míticos produzidos na Península Ibérica: o português Barca Velha e o espanhol Vega Sicilia. Com a designação Aragonês, já é conhecida e cultivada há séculos nas terras do Alentejo. Em bons anos, produz vinhos encorpados, retintos e muito aromáticos. Os aromas da casta, finos e elegantes, sugerem pimenta e flores silvestres. Tem boa capacidade produtiva e é indispensável na elaboração de vinhos do Porto de qualidade. A produção de vinhos monovarietais, tem dado bons resultados.

CASTELÃO/PERIQUITA (tinta)
A casta tinta mais cultivada em Portugal. Tem um grande poder de adaptação a diferentes condições climáticas, o que lhe dá uma notável versatilidade e permite aos enólogos elaborar vinhos muito distintos – poderosos e intensos tintos de guarda. Adapta-se melhor às terras da Península de Setúbal, de onde saem os vinhos mais carnudos e intensos, com aromas de frutos vermelhos e plantas
silvestres, que se integram bem com a madeira de carvalho francês.
TINTA MIÚDA
(tinta)
Tinta Miúda é uma casta tinta portuguesa que é principalmente cultivada nas regiões Oeste e Ribatejo. Esta casta é frequentemente utilizada na produção de lotes de vinho e vinhos de mesa, mas também pode ser usada na elaboração de vinhos regionais. É composta por bagos escuros, muito pequenos, e tem a característica de ser muito resistente às más condições meteorológicas.


TOURIGA NACIONAL (tinta)
Foi, em tempos idos, a casta dominante na região do Dão e a responsável quase exclusiva pela fama dos seus vinhos. É, hoje, uma das mais utilizadas no Douro e tida como uma das mais nobres castas tintas portuguesas. A Touriga Nacional dá vinhos retintos, encorpados, poderosos e com excepcionais qualidades aromáticas. Tem frequentemente notas de amora, mirtilo, esteva e rosmaninho. A sua fama tem vindo a espalhá-la por quase todas as regiões vitícolas, do extremo Norte até ao Algarve, e está mesmo a aguçar a curiosidade de viticultores estrangeiros . Envelhece bem e ganha em complexidade aromática com estágio em madeira de carvalho.


TOURIGA FRANCA (tinta)
Mais conhecida por Touriga Francesa, é a casta tinta mais cultivada na região onde se produzem os vinhos do Douro e do Porto. Amiga do viticultor, é de cultivo fácil, pouco sujeita a doenças da vide e tem boa capacidade produtiva. Apresenta aromas finos e intensos, com notas de frutos pretos e flores silvestres, a que se juntam um bom corpo e cor. É uma das castas utilizadas na elaboração dos vinhos generosos durienses, associada a outras castas nobres da região, como a Tinta Roriz e a Touriga Nacional. Mas tem também capacidade para se afirmar por si só, como o provam algumas experiências bem sucedidas de vinhos varietais.


TRINCADEIRA / TINTA AMARELA (tinta)
Uma das castas portuguesas mais espalhadas pelo território. As suas qualidades revelam-se, contudo, em zonas quentes, secas e de grande luminosidade, adaptando-se muito bem ao interior alentejano. É uma casta difícil, de produtividade irregular e algo susceptível a bolores nefastos, mas, nos melhores anos, dá origem a grandes vinhos. Tem uma excelente acidez, taninos suaves e abundantes e aromas intensos de ameixa e amora, resultando em vinhos elegantes e equilibrados. Do lote da Trincadeira com outras castas, como a Aragonês alentejana ou a Touriga Nacional no Douro, resultam vinhos de grande qualidade.

 
Produção 

Vinhos de qualidade produzidos a partir de uvas seleccionadas

A produção dos vinhos, nasce de uma cuidadosa selecção das uvas.
Após serem colhidas estas são descarregadas em tegões, o ponto inicial de duas linhas paralelas de produção – uma para uvas brancas e outra para uvas tintas.
No caso das uvas brancas, o vinho é produzido sob o processo de “Bica Aberta” sendo as uvas encaminhadas para uma prensa pneumática onde os mostos são separados e as massas prensadas. Após este procedimento o mosto é submetido a choque térmico a frio, desenvolvendo-se a fermentação a temperatura controlada.
As uvas tintas, após desengace e esmagamento, são encaminhadas para cubas de fermentação, passando por um processo de maceração a frio, decorrendo posteriormente a fermentação a temperatura controlada efectuando-se um processo de remontagem por lixiviação de massas.

A maceração e fermentação efectua-se durante o tempo necessário, de forma a obter a cor que escolhemos para os nossos vinhos: o vermelho – rubi intenso.
O estágio dos nossos vinhos tintos processa-se em depósitos de inox e numa segunda fase em garrafas.
Para acompanhar a evolução dos tempos, foram criadas novas instalações, dispondo de modernas condições para a produção e engarrafamento dos nossos vinhos com grande capacidade de resposta respeitando todas as exigências do mercado actual : uma linha automática de enchimento de garrafas e duas linhas de Bag-In-Box.
 

 
 
Desde sempre que aliamos conhecimentos ancestrais às novas tecnologias.
 
A empresa António Francisco Bonifácio e Filhos, Lda. iniciou a sua actividade em Janeiro de 1964, prosseguindo o trabalho de seu fundador, António Francisco Bonifácio, que desde muito jovem concentrou os seus esforços no cultivo e crescimento da vinha e na produção de vinho. Conseguiu com sucesso gerir o seu negócio por mais de 40 anos e sempre com uma preocupação:
Atingir a máxima qualidade dos seus produtos acompanhando todas as exigências do mercado.
As gerações seguintes, quiseram manter os produtos de máxima qualidade, tendo sido desenvolvido um trabalho conjunto em que os valores de dedicação, tradição, inovação e exigência se encontram sempre presentes.

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